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Mãe e filha são mortas de forma cruel

Redação Redação · · 4 min de leitura
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A madrugada desta quarta-feira, um crime brutal chocou os moradores de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. Alex Alves da Cruz assassinou sua esposa, Andreia de Araújo Marinho, de 40 anos, e sua sogra, Maria de Araújo Marinho, de 65 anos, na frente de sua enteada de apenas 10 anos.

O criminoso, que já possui condenação anterior por homicídio e utilizava tornozeleira eletrônica, rompeu o dispositivo de monitoramento antes de cometer os assassinatos. Após o crime, Alex ligou para seu padrasto confessando os homicídios e fugiu do local.

Quando os policiais militares chegaram à residência no Setor Estrela Dalva IV, encontraram as duas vítimas já sem vida e a criança trancada em um dos quartos, em estado de inconsciência por ter sido dopada pelo agressor. As autoridades suspeitam que a menina, além de ter presenciado os assassinatos de sua mãe e avó, pode ter sido vítima de abuso sexual pelo autor do crime.

As polícias civil e militar estão realizando buscas intensas para localizar o fugitivo e divulgaram sua identidade para que a população possa auxiliar com informações sobre seu paradeiro. O caso está sendo investigado e as autoridades pedem que qualquer informação sobre o suspeito seja comunicada imediatamente.

Quem matou mãe e filha?

Alex Brito Alves da Cruz, um homem com um histórico criminal alarmante, está foragido após cometer um duplo homicídio brutal contra sua esposa, Andreia de Araújo Marinho, de 41 anos, e sua sogra, Maria de Araújo Marinho, de 66 anos.

O crime ocorreu na madrugada de quarta-feira (14/05/2025) em Luziânia, região do entorno do Distrito Federal. O aspecto mais chocante deste caso é que os assassinatos foram cometidos na presença da enteada do agressor, uma criança de apenas 10 anos, que foi posteriormente encontrada dopada e trancada em um quarto da residência.

As autoridades levantaram suspeitas de que a menina também tenha sido vítima de abuso sexual antes do crime. Após cometer os assassinatos, Alex demonstrou premeditação ao arrancar a tornozeleira eletrônica que o monitorava devido a crimes anteriores e fugir do local.

Em um ato que demonstra sua frieza, o criminoso ligou para o próprio padrasto e confessou os homicídios que acabara de cometer. Este caso recente não representa o primeiro envolvimento de Alex com crimes violentos.

Outro crime bárbaro

Em 2012, ele e três outros indivíduos foram levados a júri popular pelo assassinato particularmente brutal de duas travestis em Novo Gama, também no entorno do Distrito Federal. As vítimas, identificadas como José Dalvanei Alves Pereira e Luan Fernandes da Silva, foram decapitadas e seus corpos queimados em uma tentativa de ocultar evidências.

As cabeças das vítimas foram encontradas a três quadras de distância dos restos mortais, evidenciando a crueldade extrema dos perpetradores. O Ministério Público, na ocasião, classificou esse crime como homicídio triplamente qualificado, baseando-se no motivo torpe (preconceito contra a orientação sexual das vítimas), na impossibilidade de defesa e na ocultação de cadáver.

No caso atual, as autoridades estão investigando se o assassinato da esposa e da sogra configura feminicídio e se houve tentativa deliberada de destruir provas. O Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Luziânia assumiu a investigação e solicita que a população colabore com informações que possam levar à captura do acusado.

Qualquer informação sobre o paradeiro de Alex Brito deve ser comunicada ao GIH pelos telefones (62) 98591-8586 ou 197. A polícia enfatiza a importância da colaboração pública para impedir que um criminoso com histórico de violência extrema continue em liberdade, representando um perigo constante para a sociedade.

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